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“Encontraremos uma solução rápida uma vez que temos os projetos prontos"



A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, veio a Montemor hoje, 28/4, para um encontro de trabalho com os responsáveis do órgão executivo do município e, em seguida, rumou ao castelo para um encontro com os jornalistas presentes, uma vez que estava em causa uma possível situação de financiamento para as obras de reabilitação do edifício.

Depois de um contacto com os técnicos da Câmara Municipal para se inteirar do que foi já feito para a estabilização do imóvel, Ana Abrunhosa, acompanhada pela diretora regional da Cultura, Ana Paula Amendoeira, bem como pelo presidente da CCDR Alentejo, António Ceia da Silva, pelo presidente da Câmara Municipal, Olímpio Galvão e pela presidente da Assembleia Municipal, Carmen Carvalheira, respondeu às questões colocadas.

Em relação à possibilidade de um financiamento para a fase seguinte das obras no Convento da Saudação, a ministra sublinhou que “as verbas iniciais vieram do Governo e as outas também virão, naturalmente; com algum apoio da autarquia, que também se disponibilizou, uma vez que tem a responsabilidade da gestão deste património nacional.”

Uma vez que os projetos já estão prontos, Ana Abrunhosa frisou que “hoje estamos aqui a ver as várias possibilidades que se podem encontrar de financiamento, mas sobretudo perceber que temos já projetos com maturidade para o concurso avançar, o que é importante porque nos ajuda a executar as verbas que temos disponíveis. Esta é uma intervenção prioritária para colocar nos fundos europeus, seja do PRR, seja do Portugal 2030. Encontraremos uma solução rápida uma vez que temos os projetos prontos”.

A ministra considerou a necessidade de avançar para a segunda fase da obra como “urgente” e acrescentou que “quando tivermos a solução, ela será comunicada, mas garanto que rapidamente daremos uma resposta para se poder lançar o concurso.”

Questionada sobre a mudança de posição do Governo, aquando da visita do ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, no dia 4 de novembro de 2022, Ana Abrunhosa referiu “mudou porque o ministro não tem a gestão dos fundos regionais e, mudou porque tivemos também um reforço das verbas do PRR de 1,6 mil milhões de euros e, portanto, era importante que uma parte desse reforço fosse dedicada ao património cultural”; e acrescentou que “mudaram as circunstâncias, mas também devo transmitir que, na sequência da visita do ministro da Cultura, ele falou comigo sobre a possibilidade de encontrarmos fontes de financiamento, mas o ministro foi cauteloso nas declarações.”

Olímpio Galvão, mencionou que “esta foi uma reunião de trabalho muito importante para se alcançarem os fundos comunitários para esta obra, pelo que acreditamos que irá dar frutos em breve”, e acrescentou que “está um caminho delineado e brevemente iremos ter respostas e iremos depois apresentar à comunicação social as soluções que estão a ser trabalhadas para a segunda fase da obra”.


A.M. Santos Nabo



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